Arquivo mensal: outubro de 2010 (página 2)
Segunda página do arquivo de outubro de 2010 do Varal de Idéias, com crônicas, artigos, dicas de filmes, livros e reflexões sobre o Acre e o Brasil.
O Tempo e a Cidade
As cidades carregam as marcas do tempo em suas ruas e edifícios, e em Rio Branco essa memória se confunde com o cotidiano. Nesta crônica, Marcos Afonso percorre as transformações urbanas e reflete sobre a sensação de pertencimento que nasce do reconhecimento da história local, um convite a olhar a cidade com outros olhos.
Dica de Filme: O Segredo dos Seus Olhos
Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2010, 'O Segredo dos Seus Olhos' é uma obra-prima do cinema argentino. Juan José Campanella conduz uma narrativa densa sobre justiça, amor e obsessão, que prende o espectador do início ao fim. Uma dica imperdível para quem aprecia um bom drama policial.
A Poesia de Manoel de Barros e o Nada
Manoel de Barros nos ensina que o nada também é matéria de poesia. Em sua obra, as coisas ínfimas, os restos, os entulhos ganham vida e fala. Uma leitura que nos desacostuma do olhar pragmático e nos reconcilia com a beleza escondida no mundo, na natureza e em nós mesmos.
A Estrela de Belém e a Justiça Social
Neste artigo, Marcos Afonso reflete sobre os símbolos e a realidade da política brasileira. Utilizando a metáfora da Estrela de Belém como fio condutor, ele tece uma análise crítica e esperançosa sobre a busca pela justiça social no Brasil, em um texto que convida à reflexão e ao engajamento cidadão.
Biblioteca da Floresta: Um Tesouro Acreano
A Biblioteca da Floresta, em Rio Branco, é muito mais do que um acervo de livros. É um espaço de memória e resistência, que conta a história do Acre e da Amazônia. Neste texto, uma visita guiada por suas prateleiras e pela profunda conexão entre o saber e a floresta, destacando a importância da preservação cultural.
Prazer, Filosofia! Convite ao Pensamento
A filosofia não precisa ser uma torre de marfim. Neste artigo, Marcos Afonso convida o leitor a pensar sobre questões do cotidiano através das lentes de grandes pensadores, mostrando que o filosofar é uma atividade vital, acessível a todos e capaz de transformar a nossa relação com o mundo e conosco mesmos.